Fazendo uso da palavra na sessão de hoje, 25/02, na Câmara Municipal, reiterei meus compromissos legislativos. Confira:

“Inicialmente, gostaria de agradecer a oportunidade resultante das articulações levadas a cabo na edição do último sábado, na coluna ‘Caldeirão do Diabo’ do Jornal Atibaia Hoje, que me instigam a reiterar posicionamento que julgava ter ficado evidenciado desde a época em que assumi em 2012, vaga nesta Casa no local do companheiro de partido, Edson Beleza.

Naquela oportunidade, como no início deste mandato em 2013, deixei consignado que:

‘Só concebo o exercício da vida pública se marcada por propósitos republicanos. Não pode haver inviolabilidade e irresponsabilidade entre os que exercem funções e poderes delegados pela soberania popular’.

Entendo e pactuo com a tese de que a sociedade espera de seus representantes ações afirmativas em prol do bem comum, do interesse público, com independência e destemor.

Na defesa da coisa pública não há que se considerar o interesse político, ideológico ou partidário. O Político, o Servidor e o Administrador Público têm o dever e obrigação de denunciar qualquer irregularidade que tenha conhecimento, independentemente do momento em que tenha se originado, seja na Administração anterior ou Atual.

Assim, identificadas irregularidades originadas na Administração anterior a atual Administração tem obrigação de fazer cessá-las, apurar responsabilidades e punir os culpados ou encaminhar aos órgãos do Judiciário ou Ministério Público para que o façam.

Agir desta forma não significa perseguição ou devassa, mas antes, obrigação do Administrador Público. É o mínimo que todo cidadão de bem espera de seus Administradores, guindados a esta posição pelo voto popular.

Na vigília da coisa pública a Imprensa tem papel de destaque, independentemente de seu matiz. Portanto, comungo com a crença do grande brasileiro, Ruy Barbosa que propagava:

‘[…] creio na tribuna sem fúrias e na imprensa sem restrições, porque creio no poder da razão e da verdade; creio na moderação e na tolerância, no progresso e na tradição, no respeito e na disciplina, na impotência fatal dos incompetentes e no valor insuprível das capacidades.’

Por fim, reitero meu posicionamento que converge para a afirmação da ex-senadora Marina Silva de que é necessário tomar posições, apoiando acertos do governo e criticando os erros.”

Paulo Catta Preta.